Arquivo pelo mês de "September" de 2003
Archive for September, 2003

Histórico

Não consigo entender como pode caber tanta força e tanta beleza na mesma mulher ao mesmo tempo…

Seu nome é Colette Nelson.

Técnica

Grafite HB 0.5 sobre papel (sulfite comum tamanho A4)

Data


?/Set/2003


History

I cannot understand how can fit so much strength and so much beauty in a same woman at the same time…

Her name is Colette Nelson.

Technique

Graffiti HB 0.5 over paper (standard A4 format)

Date


?/Sep/2003





– Ampliar imagem / Enlarge image –
 

Histórico

Não consigo entender como pode caber tanta força e tanta beleza na mesma mulher ao mesmo tempo…

Seu nome é Colette Nelson.

Técnica

Grafite HB 0.5 sobre papel (sulfite comum tamanho A4)

Data


?/Set/2003


History

I cannot understand how can fit so much strength and so much beauty in a same woman at the same time…

Her name is Colette Nelson.

Technique

Graffiti HB 0.5 over paper (standard A4 format)

Date


?/Sep/2003





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Histórico

Esse desenho e o anterior que eu fiz da modelo e atleta Sarah Dunlap, eu fiz por um motivo interessante. (creio eu)

Por causa dessa minha ideologia que eu busco a tanto tempo sobre mulheres fortes, eu me condicionei que mulher tem que ser forte. Não pela estética em si, ou por uma simples fantasia sexual idiota, mas por eu achar correto mesmo, e útil para ela mesma.
Eu me convenci disso cada vez mais, de tanto ver fotos de musculosas, de tanto desenhar mulheres fortes, etc…

Eu tinha muitas fotos desta atleta nesta fase, quando ela fazia ginastica olimpica, lutas, e outros…

Ela sumiu por um tempo, e quando voltou estava bem maior. Ela era uma fisiculturista desta vez, e ao ver tantos músculos, e tanta beleza, me ocorreu aquele pensamento que se tem ao ver uma jovem de 20, 25 anos sendo que a última vez que a viu foi quando ela tinha 9, 12 anos:

“Nossa! Ela virou uma mulher!”

Se voce comparar as datas, não se passou tanto tempo assim. Coisa de 2 ou 3 anos mais ou menos. Mas pra mim pareceu uma década, e foi interessante me auto-avaliar a partir deste pensamento, pois meu conceito estava realmente mudado.
Muitos diriam “deturpado”, mas não seria mal nenhum se eu morasse em um lugar onde se encontrasse uma fisiculturista em cada esquina. Servindo um café, limpando um chão, trocando dinheiro no caixa de um supermercado, dando uma notícia no jornal da tv, operando um paciênte, defendendo a causa de um cliente, enfim… mulheres do dia a dia, mulheres comuns, humanas, que trabalham e investem uma pequena parte de seu tempo e dinheiro com musculação para se sentirem bem sendo fortes e aceitas por causa disso, servindo de exemplo para filhas, irmas, amigas…

Mas como eu não moro e desconheço um lugar no mundo assim, onde homens tem maturidade o bastante de aceitar isso, e mandar o seu egocentrismo masculino e machismo pra puta que o pariu e conviver bem com suas esposas não como um igual, mas como um equivalente…. Eu fico muito puto e impotente em ter que calar a boca e baixar a cabeça por pura falta de argumento quando me chamam de deturpado (poucos tiveram o tato de me chamar de utópico) e que eu não sou feliz por não querer aceitar as coisas como elas são, enquanto o tempo passa e eu permaneço solteiro buscando uma mulher que não existe.

Revoltas aparte… Espero que voês me entendam um pouco por causa disso. E espero também que a própria Sarah Dunlap entenda e não se ofenda com isso.

E voltando ao assunto, por causa desse pensamento, somado a admiração que tenho por ela, e vontade de compartilhar e mostrar ao mundo um exemplo como ela, que eu decidi desenhá-la e publicá-la aqui.

…e este desenho é de uma mulher chamada Sarah Dunlap.

Técnica

Grafite HB 0.5 sobre papel (sulfite comum tamanho A4)

Data


?/Set/2003


History

This drawing and the previous one I made of the model and athlete Sarah Dunlap, I made for an interesting reason. (I believe)

By this ideology of mine I’ve been searched for so long about strong women, I stipulate myself that “woman have to be strong”. Not by the stetic, but by its useful side for herself
I convinced myself of it even and even more, seing pictures of female bodybuilders, drawing muscle women, etc…

I had a lot of pictures of this athlete in this period, when she used to practice gymnastic, martial arts,…

She disappeared for a while, and when she returned, she was quite bigger. She was a bodybuilder this time, and to watch so many muscles and beauty, something occurred me. Do you know that thought we got when we meet a young lady about 20, 25 years, and we don’t met her since she was a child about 9, 12 years old? That’s what occurred me:

“Wow! She became a woman!”

If you compare the dates, she didn’t disappear for so long. About 2 or 3 of years. But for me, it seemed a decade, and it was interesting for me to evaluate myself by this thought, cause my concept was really changed.
Most wouldn’t say “changed”, but “wayward”. It wouldn’t be a bad idea if I’d live in a place where we can find a female bodybuilde in each corner. Serving a coffee, cleaning a floor, exchanging money at a supermarket cashier, reporting a new in a TV news, operating a pacient, defending a client’s cause, so… normal women, day by day women, humans, those work and invest part of their money ans time to bodybuild to feel good being strong and accepted because of that, becoming examples for their daughters, sisters, she-friends…

But as I don’t live and don’t know the existance of such place, where men have maturity to accept that and to send their male-self-centered temper to hell and live well with their wives not as an equal but as an equivalent… I get furious and impotent to have to shut my mouth and turn my head down by lack of argument when someone calls me “wayward” (few had the decency of call me “utopic”) and that I am not happy by refuse to accept thing the way they are, while the time goes by and I keep on single searching for a woman who doesn’t exist.

Revolts aside… I hope you understand me a little after that disso, and I also hope Sarah Dunlap understands and don’t get insulted by this.

Returning to the subject, because of this thought, added to my admiration for her, and the wish to share and show the world my thoughts and someone like her, I decided to draw and publish here.

…and this is the drawing of a woman called Sarah Dunlap.

Technique

Graffiti HB 0.5 over paper (standard A4 format)

Date


?/Sep/2003





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Histórico

Esse desenho e o próximo que eu fiz da modelo e atleta Sarah Dunlap, eu fiz por um motivo interessante. (creio eu)

Por causa dessa minha ideologia que eu busco a tanto tempo sobre mulheres fortes, eu me condicionei que mulher tem que ser forte. Não pela estética em si, ou por uma simples fantasia sexual idiota, mas por eu achar correto mesmo, e útil para ela mesma.
Eu me convenci disso cada vez mais, de tanto ver fotos de musculosas, de tanto desenhar mulheres fortes, etc…

Eu tinha muitas fotos desta atleta nesta fase, quando ela fazia ginastica olimpica, lutas, e outros…

Ela sumiu por um tempo, e quando voltou estava bem maior. Ela era uma fisiculturista desta vez, e ao ver tantos músculos, e tanta beleza, me ocorreu aquele pensamento que se tem ao ver uma jovem de 20, 25 anos sendo que a última vez que a viu foi quando ela tinha 9, 12 anos:

“Nossa! Ela virou uma mulher!”

Se voce comparar as datas, não se passou tanto tempo assim. Coisa de 2 ou 3 anos mais ou menos. Mas pra mim pareceu uma década, e foi interessante me auto-avaliar a partir deste pensamento, pois meu conceito estava realmente mudado.
Muitos diriam “deturpado”, mas não seria mal nenhum se eu morasse em um lugar onde se encontrasse uma fisiculturista em cada esquina. Servindo um café, limpando um chão, trocando dinheiro no caixa de um supermercado, dando uma notícia no jornal da tv, operando um paciênte, defendendo a causa de um cliente, enfim… mulheres do dia a dia, mulheres comuns, humanas, que trabalham e investem uma pequena parte de seu tempo e dinheiro com musculação para se sentirem bem sendo fortes e aceitas por causa disso, servindo de exemplo para filhas, irmas, amigas…

Mas como eu não moro e desconheço um lugar no mundo assim, onde homens tem maturidade o bastante de aceitar isso, e mandar o seu egocentrismo masculino e machismo pra puta que o pariu e conviver bem com suas esposas não como um igual, mas como um equivalente…. Eu fico muito puto e impotente em ter que calar a boca e baixar a cabeça por pura falta de argumento quando me chamam de deturpado (poucos tiveram o tato de me chamar de utópico) e que eu não sou feliz por não querer aceitar as coisas como elas são, enquanto o tempo passa e eu permaneço solteiro buscando uma mulher que não existe.

Revoltas aparte… Espero que voês me entendam um pouco por causa disso. E espero também que a própria Sarah Dunlap entenda e não se ofenda com isso.

E voltando ao assunto, por causa desse pensamento, somado a admiração que tenho por ela, e vontade de compartilhar e mostrar ao mundo um exemplo como ela, que eu decidi desenhá-la e publicá-la aqui.

Este desenho é de uma menina chamada Sarah Dunlap…

Técnica

Grafite HB 0.5 sobre papel (sulfite comum tamanho A4)

Data


?/Set/2003


History

This drawing and the next one I made of the model and athlete Sarah Dunlap, I made for an interesting reason. (I believe)

By this ideology of mine I’ve been searched for so long about strong women, I stipulate myself that “woman have to be strong”. Not by the stetic, but by its useful side for herself
I convinced myself of it even and even more, seing pictures of female bodybuilders, drawing muscle women, etc…

I had a lot of pictures of this athlete in this period, when she used to practice gymnastic, martial arts,…

She disappeared for a while, and when she returned, she was quite bigger. She was a bodybuilder this time, and to watch so many muscles and beauty, something occurred me. Do you know that thought we got when we meet a young lady about 20, 25 years, and we don’t met her since she was a child about 9, 12 years old? That’s what occurred me:

“Wow! She became a woman!”

If you compare the dates, she didn’t disappear for so long. About 2 or 3 of years. But for me, it seemed a decade, and it was interesting for me to evaluate myself by this thought, cause my concept was really changed.
Most wouldn’t say “changed”, but “wayward”. It wouldn’t be a bad idea if I’d live in a place where we can find a female bodybuilde in each corner. Serving a coffee, cleaning a floor, exchanging money at a supermarket cashier, reporting a new in a TV news, operating a pacient, defending a client’s cause, so… normal women, day by day women, humans, those work and invest part of their money ans time to bodybuild to feel good being strong and accepted because of that, becoming examples for their daughters, sisters, she-friends…

But as I don’t live and don’t know the existance of such place, where men have maturity to accept that and to send their male-self-centered temper to hell and live well with their wives not as an equal but as an equivalent… I get furious and impotent to have to shut my mouth and turn my head down by lack of argument when someone calls me “wayward” (few had the decency of call me “utopic”) and that I am not happy by refuse to accept thing the way they are, while the time goes by and I keep on single searching for a woman who doesn’t exist.

Revolts aside… I hope you understand me a little after that disso, and I also hope Sarah Dunlap understands and don’t get insulted by this.

Returning to the subject, because of this thought, added to my admiration for her, and the wish to share and show the world my thoughts and someone like her, I decided to draw and publish here.

This is the drawing of a girl called Sarah Dunlap…

Technique

Graffiti HB 0.5 over paper (standard A4 format)

Date


?/Sep/2003





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